Quinta-feira, Fevereiro 02, 2012

Vizinhos, queixa 109833892

Toda a gente sabe que odeio os meus vizinhos, especialmente a minha querida e estimada fofinha do fado. Quero só dizer que neste preciso momento tenho que estar a levar com a criança a cantar a música do anzol (que eu até gosto mas agora... já podem calcular que não) com direito a guitarra e tudo. Tive eu uma noite de merda, estou completamente pronta para me ir deitar mas acham SEQUER que eu consigo dormir?? Que irritação. E apanhares uma faringite como eu apanhei, não?!

Pequenos pensamentos #39

"Eu não entendo como uma mulher pode sair de casa sem se arrumar um pouco - mesmo que por delicadeza. Depois, nunca se sabe, talvez seja o dia em que ela tem um encontro com o destino. E é melhor estar tão bonita quanto for possível para o destino." 
Coco Chanel

E pronto, é o que eu penso sempre que vejo certos estafermos a passar na rua...

Terça-feira, Janeiro 31, 2012

Quero *.*

Queridos unicórnios,
quem me quiser ofertar os seguintes relógios, avisar por comentário que eu mando a morada sim? 
Obrigadinha.



Segunda-feira, Janeiro 30, 2012

Bloggers

Sou só eu que, não pondo a minha repetição ou falta de imaginação na equação, às vezes, quando queremos divagar sobre um assunto, torna-se complicado porque ficamos na dúvida se já o fizemos ou não?

Domingo, Janeiro 29, 2012

Parceiro vs Filhos

Estava eu a cuscar a Lux (sim, eu sei que já disse que não gosto de revistas cor-de-rosa mas uma vez que elas se vão juntando aqui na sala, é um bocado impossível resistir-lhes. E eu tenho uma veia cusca, pronto.) e deparei-me com uma citação do Ricardo Pereira, que sempre o vi como um moço engraçado mas que quando li o que disse, quase que o agredi mentalmente. Então não é que o senhor veio dizer que gosta mais da mulher que o filho e que este é uma "mais-valia". Errr, oi?! Toda a gente que me conhece sabe que não gosto de crianças, que apenas vou gostar dos meus, que até já têm nome e tudo, MAS penso que foi devido à forma como fui educada e amada desde que ainda era um pequenino feto, a verdade é que o filho é o amor supremo que se pode sentir por alguém. Mas alguma vez a minha mãe gosta mais do meu pai do que de mim ou o meu pai gosta mais da minha mãe do que de mim? Está tudo doido! Ouçam, tudo bem que o casal deve amar-se até à loucura mas um filho é um filho. Quando se divorciarem do vosso parceiro, não se divorciam do vosso filho. O filho está SEMPRE com vocês, é a coisa mais vossa (não no sentido perjorativo claro, ninguém é de ninguém, quero deixar isso bem claro) que podem ter. Portanto, sim, fiquei indignada com o que ele veio dizer. Ainda para mais a uma revista. A sério, não sei o que vocês acham mas, para mim, amar mais o parceiro que o próprio filho é impensável.

Sábado, Janeiro 28, 2012

Férias inexistentes

Este semestre ainda não estou de férias. Já tenho amigos que já estão despachados mas eu não, cá continuo. Tenho uma oral pela frente, que podia ter despachado na semana passada mas, como estava mal preparada, comecei a gaguejar e esqueci-me de tudo, para não falar que a professora começou a falar comigo e eu desligava logo no início quando a senhora começava a divagar sobre estruturas cerebrais, na altura, imperceptíveis para mim. Tenho, também, uma melhoria de nota que eu já sabia que tinha que fazer e depois de saber o que tive só me fez ficar ainda mais decidida. Isto porque, no ano passado disse, várias vezes, que sim, que ia fazer melhoria a isto e aquilo e depois... Estou de férias? Que se lixe, melhoro depois. Yep, este ano, nada de procrastinar.

O tempo passa, não estou de férias, o estudo é diário e começo a folhear a agenda onde se vêem imensas merdas que tenho que fazer. Eu sei que as consigo realizar porque organizo o meu tempo ao minuto mas se ao menos estivesse de férias, podia tirar o "estudar" da agenda. Podia simplesmente ir passear e passar tempo de qualidade com amigos que já não vejo há muito tempo ou com quem ainda não tive o prazer de ter aqueles momentos só nossos (a Sofs sabe do que falo :p), podia ir namorar todo o santo dia e chegar a casa e ir ler. Podia acordar e ir deitar-me no sofá a ver filmes, séries ou ler os 300 livros que tenho em lista de espera... Mas isso, só para a semana. Sei que passa num instante mas agora, neste preciso momento, está a custar. O pior é que depois, só terei uns míseros 10 dias de férias que passarão mais depressa que eu sei lá o quê e que eu sei que não vou conseguir pôr em prática nem 1/3 do que tinha planeado fazer.

Palavra do dia: desespero pelo facto do dia não ter horas suficientes para mim.


Post agendado.

Quinta-feira, Janeiro 26, 2012

Confissão hiper mega ultra macro pessoal da minha pessoa

Há coisas em que sou bastante racional portanto, nunca fui de me deixar assoberbar por coisas extremamente fofinhas e hiperbólicas do género "o meu pai é o melhor do mundo" e afins. Simplesmente sempre achei que tal não seria verdade porque ninguém é perfeito, as pessoas são como são, com os seus defeitos e com as suas qualidades, algumas são péssimas, verdade seja dita, mas outras são simplesmente o melhor que podem ser. Daí que sempre tenha achado ridículo demonstrações de afecto a proferirem tais palavras. Mas hoje venho sucumbir ao óbvio. Eu tenho o melhor namorado. Não será do mundo, mas é o meu e é perfeito para mim <3

Do impingir

    Se há coisa que não gosto é que me impinjam cenas. No outro dia fui à Intimissimi e vi-me grega para sair da loja. A mulher não se calava e aposto que se esforçaria por me vender a loja caso não tivesse dado de frosques. Não gosto que invadam assim o meu espaço pessoal. Aliás, não gosto que me abordem quando entro numa loja. Gosto de ser eu a abordar as pessoas ao invés. Por isso é que entro, normalmente, com phones nos ouvidos. Para não me chatearem os cornos.
    Também não gosto que venham ter comigo no FB pedir para ir votar na prima que está a tentar ganhar uma viagem para o Cazaquistão. Assim como não gosto de pessoas que comentam do género "segues-me?". Não, não sigo. Eu não sigo ninguém pelo Blogger, através da ferramenta ali do lado, porque não acho prático. A minha forma de seguir alguém cujo blog me interessa é pôr o respectivo link na minha lista de blogs. E normalmente deixo um comentário no blog dessa pessoa para lhe dizer que fiquei agradada. Não para lhe dizer "pus o teu link no meu blog, põe o meu também". Epá, não. Isso não vai comigo. Se eu gosto de um blog, está na minha lista e pronto. 99% dos que visito nem devem conhecer o meu ou têm-no na sua lista portanto... Se se gosta, gosta, segue-se, comenta-se e o diabo a sete. Senão, não vale a pena investir porque não vai dar bom resultado.
    Eu sei que é muito complicado às vezes pensar que se calhar não é boa ideia fazer aos outros aquilo que não se gosta que nos façam. Eu sei que é chato, mas é uma regra de ouro. Depois há os que, efectivamente, seguem mas que, devido a diferenças de personalidade e de percepcionar as coisas, encaram as coisas de forma diferente, isto é, se não se importam que lhes impinjam coisas, tudo bem, é com eles e o esperado é que façam o mesmo aos outros. Não é para esses que eu falo.

Segunda-feira, Janeiro 23, 2012

Código da estrada

Uma pessoa quando começa a tirar a carta, começa a prestar mais atenção a tudo o que seja sinal de trânsito, marcas, infracções... Eu que o diga, que a cada dia que passo só vejo carros estacionados em cima do passeio, em cima das paragens dos autocarros, nas vias de trânsito, sendo que onde era suposto haver duas, há apenas uma, ou seja, um carro a modos que vai em contramão e corre o risco de se espetar contra o que venha no sentido contrário. Estas coisas realmente deixam-me parva. Quer dizer, e haver lógica nas acções realizadas, não?

Quinta-feira, Janeiro 19, 2012

Millenium I

Hoje fui ver este filme ao cinema mas estava reticente porque comecei a ver a versão original mas a coisa não me despoletou grande interesse, ou então era eu que não estava para ali virada. No entanto, eu e a minha melhor amiga trocamos muitas opiniões cinematográficas pelo que quando ela me disse que tinha gostado achei que devia dar uma segunda oportunidade. Entretanto, tenho andado a ver se a VO passa nos tvcine para a gravar. Só sei que a versão americana me deixou banzada. Grandes interpretações! Lisbeth (a rapariga do cartaz) é a minha mais recente heroína, vos garanto. Estou desejosa de comprar os livros que, graças a Deus, encontram-se publicados em livro de bolso o que dá sempre para poupar uns trocos. Com isto tudo, ando toda frenética com este filme. Já quando vi o Inception e o Shutter Island também fiquei porque quando gosto mesmo de um filme, gosto mesmo e depois ando vários dias a pensar, falar e a cuscar factos interessantes sobre o mesmo. Ou seja, sou uma entusiastofanática LOL

Quarta-feira, Janeiro 18, 2012

Pequenos pensamentos #36

Não gosto de dar parte de fraca. Não gosto de chorar à frente de ninguém. Não gosto de sentir que vou abaixo por qualquer coisinha. Mas a verdade, tenho que a admitir, é mesmo essa: sou demasiado emocional. Irrito-me com facilidade, apetece-me esmurrar alguém se me acontece uma cena má, desato a chorar quando me enfureço... Fazer de forte é algo que não consigo fazer quando as coisas me atingem. Quando atingem os outros, tudo bem. Mas quando sou eu... Não consigo ser daquelas pessoas que se enganam a elas próprias.

Terça-feira, Janeiro 17, 2012

Tudo acontece por uma razão?


Apesar de que adoraria entrar em altas discussões filosóficas a esta hora (not) a verdade é que não tenho nem pachorra, nem vontade nem determinação para tal. Ou argumentação. Assim sendo, fica só aqui uma pequenina introdução ao tema: será que tudo acontece por um motivo? Se por um lado eu penso que sim, que tudo na vida tem uma razão de ser, ou seja, quando estamos na maior merda é porque temos que passar por ela porque logo de seguida vai acontecer algo de extraordinário que nos vai fazer rir do passado. Por outro lado isto não é acreditar no determinismo? Quer dizer, eu gosto de acreditar que tudo acontece por um motivo por uma questão de optimismo. Se ficaste solteira, então é porque há alguém melhor à tua espera. Se tiveste um má nota é porque o Universo te está a dizer que tens que estudar melhor. Cenas desse género. Mas se tudo já está escrito, a nossa liberdade é-nos retirada, a tal história fofinha do livre-arbítrio. Portanto em que é que ficamos? Ou isto não tem nada a ver com o acreditar que tudo tem uma razão de ser? (às tantas sou eu que estou a confundir matérias filosóficas)


Vou-vos dar o exemplo do meu dia de hoje: ia muito bem Calipso Maria para o ginásio quando se levanta do comboio e apercebe-se que tem as calças de ganga molhadas. Olho para a mala (que esteve no meu colo durante o trajecto) e apercebo-me que a minha garrafa de água estava mal fechada molhando-me o conteúdo da mesma. E eu ando com muitas cenas que se virem água em cima delas, puf!, fez-se chocapic. Foi descer as escadas e voltar a subi-las mas literalmente. Fiquei super irritada e quase que ia desatando aos pontapés às maquinas de venda automática da estação. Estava mesmo mesmo chateada porque a) ia perder uma aula que tinha planeado fazer e eu odeio, simplesmente, planear cenas e depois não as poder realizar e b) ia perder uma hora de estudo, quando amanhã tenho uma oral e portanto tal não me ajudava nada, ou uma hora de tempo precioso da minha vida e já toda a gente sabe como sou, eu ODEIO PERDER TEMPO. Odeio odeio odeio. Cheguei a casa, lá acalmei e fui despachar o estudo. À tarde lá apanhei o autocarro para ir à aula das 18h30 (o que vale é que há sempre alternativas, abençoado livre-trânsito) e digo-vos que ainda bem que fui ao ginásio à tarde porque fiz uma cena que queria fazer há imenso tempo que foi, basicamente, em ir para cima do palco fazer um faixa de Jump e passei um bom tempo a falar com pessoas amigas. Portanto, vejamos: senão tivesse posto a garrafa mal fechada na sala teria perdido um óptimo final do dia, super divertido. Outra coisa que também me aconteceu foi o pacote das massas ter-se despejado quase todo para dentro da panela. E caso isso não tivesse acontecido teria ficado limitada apenas à refeição do almoço e não me teria dado para três refeições como deu.


E isto nem sequer é a ponta do iceberg de cenas que já me aconteceram porque houve acontecimentos que fizeram com que o decorrer da minha vida fosse alterado comparativamente com o plano inicial previsto. Algumas luzinhas sobre o assunto por favor! 

Segunda-feira, Janeiro 16, 2012

Histórias - parte I

Estava eu a trabalhar e de repente deu-se-me um impulso para escrever. Eis que fica aqui a primeira de três, até agora, histórias. Espero que gostem, qualquer coisa, opiniões, dicas, críticas construtivas, caixa de comentários.


Fugaz


Fugaz. Foi a palavra que lhe passou pela cabeça quando viu que estava perante o seu fim. Apesar de nunca ter tido intenções de viver para sempre, como a sua mãe gostava e acreditava de forma veemente que fosse possível de acontecer, sabe lá ele como ou porquê, pois decerto, pelos pecados já cometidos pela senhora, que toda a gente tinha em grande conta e não imaginaria que ela agisse para além do irrepreensível, já não havia qualquer forma de salvar aquela alma pouco capaz de mostrar quaisquer indícios de compaixão e simpatia pelo outro, excepto, claro, o seu querido marido Amílcar que Deus tenha em descanso o único homem alguma vez capaz de dominar semelhante fera, cruél e vil. Mas dizia eu que ele estava perante o seu fim. Não estava à espera que viesse tão depressa, muito menos naquele dia que nada tinha de especial excepto uns raios de sol a menos. Gotículas finas de chuva caíam, pendiam no seu pára-brisas à espera de serem levadas pelo mecanismo do carro feito para esse fim, turvavam-lhe a visão mas, como todos os jovens, dotado de um síndrome de Peter Pan e de um complexo de superioridade perante possíveis adversidades da vida, pensou que se lixe para a chuva, vou manter a velocidade no mínimo porque isto chateia-me solenemente! Bom, solenemente talvez não tenha sido a palavra exacta pensada, coitado do rapaz, o seu vocabulário de menino com estudos concluídos apenas até ao 9º ano e com pouca vontade de ler para além dos jornais desportivos, e não querendo cair no erro de estereotipá-lo, parece que este é um padrão descritivo dos jovens com estas caracterísitcas, continuando, solenemente não foi, de todo, a palavra escolhida mas para efeitos de historieta escrita durante um trabalho relativamente pouco produtivo, vamos considerar que sim, que foi exactamente o que aquela cabecinha pouco prendada pensou. Então, lá ia ele por estradas sinuosas, com curvas e contra-curvas mas, não querendo cair nos clichés dramáticos, não é o que está sempre presente? Uma característica ambiental pouco convidativa à sua, neste caso, condução. Mas, já se sabe, rapaz pouco ilustre nas notas, impulsivo a roçar o descuido, achou por bem passar o limite de velocidade, ainda para mais porque achou que seria divertido fazê-lo mesmo com as condições atmosféricas estando como estavam. A verdade é que é fácil advinhar o que aconteceu ao nosso rapaz, tão nosso quanto poderia ser uma pessoa imaginária, criada assim, a partir do nada, sem muitas características que pudessem cativar e apelar à amizade de alguém, mas, a verdade é que se dissesse logo que ele tinha morrido o efeito não teria sido igual ou mesmo semelhante, e o tempo, essa dimensão dotada de extrema importância para uns e tornada tão pouco relevante por tantos outros, não teria passado com a mesma rapidez, ou “rapidez” porque esta história foi escrita em 35 minutos, mas vendo o lado positivo, mais de metade de uma hora passou, hora essa que para mim passa devagar mas que para outras é como a palavra inicial deste texto, e conforme o estilo mais ou menos decadente que se leve: fugaz.

Na morada do costume #21

Jason Dohring faz-me muita falta assim como a série que me deu a conhecê-lo que é a Veronica Mars. O quanto eu gostava da série! Fazia de bad boy (e como eu os adoro) e fazia-me sonhar com o dia em que eu acabaria por domesticar um LOL Oh well, hoje, enquanto punha algumas séries em dia, este rapaz apareceu-me à frente na série Ringer e eu fiquei muito contente como podem imaginar. Transborda sex appeal o moço, contudo, não é muito fotogénico que eu vi-me russa para apanhar uma foto de jeito para pôr aqui (e mesmo assim não estou satisfeita). 

Sábado, Janeiro 14, 2012

Gajas que eu papava #37

Zoey Deutch da série Ringer. Não encontrei muitas fotos de jeito da moçoila mas esta convenceu-me.